quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Que chova

Lábios e dentes lindos e sorridentes.
Existe um brilho que se estende até meus olhos.
Quando o sol se põe outra vez.
Não saber recusar a carne.
Te receber no sereno da madrugada...
Fixo ente vontades experimentais.
Sem identificar o sentimento.
Leve tecido negro subindo as notas, um azul pesado abaixo da linha do horizonte...
De onde o sol sai e adentra o negro.
O peito e a boca rente o concreto
os pés presos na grama ,recebendo luz.
Irradiação.
Separa as pernas alegres, trêmulas, desnudas, incandescente trip de sensações.
Te encontrar na madrugada aquecido vibrante.
Do não se ter amor e estar envolvido.
Absorver /Absolver teus pensamentos pecaminosos , refazer os mandamentos e transbordar eles entre a circunferência.
Te ouvir dizer que o sol se põe outra vez me alegra!
Que chova!




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