quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Alice ainda tem medo de cair

O peso carregado é pra sempre, do não ser eu.
Resisto a crise,
te ver sorrir e outra vez sumir.
Retorno.
Acerto que fiz guardei teu sorriso na caixa viva,
pra nunca te perder.
Se a dor voltar, encontro onde te caiba.
Não tem mundo onde.
Vai , fique bem.
Fica colorido degradê,
Do amor que guardei, no observatório.
O silencio do fim,
Já sabemos como foi.
Sala pro chá das seis, almoço contigo.
Tua depleção é particularmente casual
quando está se pondo, em vez da tua cor
aparece tua pele e cegante usual.
Pingos de felicidade escorrem...
Ponderados, acompanhando os medos.
Apesar perigoso, deixei chegar.
O céu ficou cristalino
Precisar me afogar no mar.
Mar de amores e danos.
Preciso estar errada.