quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Que chova

Lábios e dentes lindos e sorridentes.
Existe um brilho que se estende até meus olhos.
Quando o sol se põe outra vez.
Não saber recusar a carne.
Te receber no sereno da madrugada...
Fixo ente vontades experimentais.
Sem identificar o sentimento.
Leve tecido negro subindo as notas, um azul pesado abaixo da linha do horizonte...
De onde o sol sai e adentra o negro.
O peito e a boca rente o concreto
os pés presos na grama ,recebendo luz.
Irradiação.
Separa as pernas alegres, trêmulas, desnudas, incandescente trip de sensações.
Te encontrar na madrugada aquecido vibrante.
Do não se ter amor e estar envolvido.
Absorver /Absolver teus pensamentos pecaminosos , refazer os mandamentos e transbordar eles entre a circunferência.
Te ouvir dizer que o sol se põe outra vez me alegra!
Que chova!




terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Tens

Posiciona teu interesse na minha mesa.
E coloca teu beijo numa cadeira ao ar livre.
No processo teu corpo me sorriu.
Flamejar, embaraçado , transe.
Tocar proibido de um sexo pro outro,
notas e palavras todos os dias,
ingerindo instintos carnais obsessivos...
Preocupar se com o catolicismo , sem concretizar
esse mal súbito que corroi o querer...
contruo tua desistência do não .
Singular acaso onde o proibído parece perfeito aos olhos,
todos querem o impossível/possível.
As mão tenras procuram respostas do já dito.
E o depois querer já existe.
Flutuar entre os trilhos,te despertar o quadro inacabado.
Teus versos observáticos,rápidos ,líquidos, quase não entendo.
Existiu alvorada todos os dias, depois da ultima e primeira metade.
Lábios secam na tua ausência declarada,
deixo tua resposta clara, do me ter.
E tens.