Posiciona teu interesse na minha mesa.
E coloca teu beijo numa cadeira ao ar livre.
No processo teu corpo me sorriu.
Flamejar, embaraçado , transe.
Tocar proibido de um sexo pro outro,
notas e palavras todos os dias,
ingerindo instintos carnais obsessivos...
Preocupar se com o catolicismo , sem concretizar
esse mal súbito que corroi o querer...
contruo tua desistência do não .
Singular acaso onde o proibído parece perfeito aos olhos,
todos querem o impossível/possível.
As mão tenras procuram respostas do já dito.
E o depois querer já existe.
Flutuar entre os trilhos,te despertar o quadro inacabado.
Teus versos observáticos,rápidos ,líquidos, quase não entendo.
Existiu alvorada todos os dias, depois da ultima e primeira metade.
Lábios secam na tua ausência declarada,
deixo tua resposta clara, do me ter.
E tens.
Nenhum comentário:
Postar um comentário