quinta-feira, 6 de março de 2014

O Amor Não Descansa

Quanto de amor pleno será,
a tua lonjura  
da minha presença?
Da tua força e da tua crença
Que tua alma e armas de amor adormecem no apogeu
Da poça de lágrima que não isenta de
beleza e mágoa
Como estar sem sofrimento, se não dividimos o mesmo tempo?
Não te decifro e pra te amar, não preciso.
Quando tua nudez
meu amor é completo
docilidade ácida,
tez infantil
Sentimental tropeça, cai 
E levanta sem conduta
Ouço tua voz em abrigo
te oferecer
o meu te querer sem aviso.
Para cura, me banho na porta do vento
sei que me escutas.
Cochilava em mim o medo apegado.
agora o amor chega feito outono
casas de edredom
Transforma em absoluto
em som, e merecer beijar teu rosto pós amor.
Afrodite sobre nós flutua...
Não tenho pressa da coragem.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Te Renovo

O sol da manhã está entre tua barba
Silenciar o amor , entre ondas e pluma. 
Serenar meu mar, 
fazendo do teu sal, lágrimas,
no meu peito, duras rochas.
Riso só luz, desaguar nas expectativas.
Pele dourada pelas águas, que nos liga no naufrago.
Me presentear com saudades,
Amanhã o silencio se faz pôr do sol.
Afundados no amar.
Luz pro interior.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Alice ainda tem medo de cair

O peso carregado é pra sempre, do não ser eu.
Resisto a crise,
te ver sorrir e outra vez sumir.
Retorno.
Acerto que fiz guardei teu sorriso na caixa viva,
pra nunca te perder.
Se a dor voltar, encontro onde te caiba.
Não tem mundo onde.
Vai , fique bem.
Fica colorido degradê,
Do amor que guardei, no observatório.
O silencio do fim,
Já sabemos como foi.
Sala pro chá das seis, almoço contigo.
Tua depleção é particularmente casual
quando está se pondo, em vez da tua cor
aparece tua pele e cegante usual.
Pingos de felicidade escorrem...
Ponderados, acompanhando os medos.
Apesar perigoso, deixei chegar.
O céu ficou cristalino
Precisar me afogar no mar.
Mar de amores e danos.
Preciso estar errada.