Quanto de amor pleno será,
a tua lonjura
da minha presença?
Da tua força e da tua crença
Que tua alma e armas de amor adormecem no apogeu
Da poça de lágrima que não isenta de
beleza e mágoa
Como estar sem sofrimento, se não dividimos o mesmo tempo?
Não te decifro e pra te amar, não preciso.
Quando tua nudez
meu amor é completo
docilidade ácida,
tez infantil
Sentimental tropeça, cai
E levanta sem conduta
Ouço tua voz em abrigo
te oferecer
o meu te querer sem aviso.
Para cura, me banho na porta do vento
sei que me escutas.
Cochilava em mim o medo apegado.
agora o amor chega feito outono
casas de edredom
Transforma em absoluto
em som, e merecer beijar teu rosto pós amor.
Afrodite sobre nós flutua...
Não tenho pressa da coragem.
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