domingo, 1 de julho de 2012

Natal

Posso fechar os olhos e imaginar milhares de raios solares atravessando a sacana na manhã natalina, do nosso viver. E poderia ser tudo exatamente da forma que foi. É uma naturalidade E depois ter as esperanças de que nada foi em vão. E todas as músicas ficarão gravadas, num futuro incerto, pintado numa lembrança da qual nunca irá embora. Eu escolhi sermos um tipo de amor impossível. Vai ficado líquida a relação, mas a fonte não seca. Através do espelho a imagem. E está no seu corredor, contando os minutos. E está dando o sinal, de que já passou da hora. Uma alegria pairando sobre as estrofes que irá cantar.