quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Bloco 1133

Deitada em minha cama temo pelas palavras ditas. Noite outra que estava com o rubor dos olhos teus entre meu coração. Teu bloco me faz tão feliz, entre meus cabelos e tua pele colorida. Posso ter errado com ironias, mas o que são elas se não, esse sentimento de estar junto, se nada e ninguém conseguiram ter isso até então. Essas manhãs pares, sexo, sinceridades, teus flertes, deixam as luzes mais fortes. Deslizar de mãos pelo contorno, teu ex-amor, minhas dores, nossas maquiagens, nossas brigas. Unidos em um. Pode ser horas estas que deixam fluir o sentimento de não poder esperar até que tudo cicatrize, até que estejamos prontos, para teus bruços deitar-me ao alvor, para que possas beijar-me o pescoço venusiano. A ideia de que não estar presente por querer é mesquinha, equivocada. O que se faz presente é apenas teu nesse atual instante.

Nenhum comentário:

Postar um comentário