Todos presenciavam festas, exceto eles. Poderiam ser um par de boêmios de luxo. Suas vontades se misturavam com desejos vedados. Sentados no bar ainda com todos indo embora, esse não tem conhecimento da vida de ambos. É uma bela noite, conversas e risos. Excitam-se. Sentem se atraídos um pelo outro. Vão à procura do esperado. Ela sentia o calor das intenções. Ele era a subversão de todas as formas e valores. Os beijos desintegravam o tempo. Sentia que ele quando sua língua tomava-o no palito feito marshimallow. Incendiavam de loucuras e desejos. Não o machucava tão pouco o instigava para a agressividade. O sexo era maior que o egoísmo, maior que a solidão. O cheiro dele misturava se na pele e nos cabelos da jovem moça. Tudo isso sem pensar que antes tinha o dom da arrogância e de saber ser extremamente fátuo, sem precisar ter muito. Poderiam um para o outro, serem serpentes que amordaçam corações com feridas e tudo. Depois de alguns meses de tristeza e, jejum ainda se sente inválido. A distância dos corpos é mínima, a esperança e o afeto de ambos não se conhecem.
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