sábado, 31 de janeiro de 2009

Cinerário do Amor

Foi teu amor tão sagrado que não resistiu a uma carreira
És casmurro extraviado de amor maior
Fel entre nossas gargantas secas pela felonia de tua cama, e teu tesão quase pouco.
Dissimulador de tristezas vazias!
Achei tua máscara depois que saiste de  dentro do meu orgulho por um WC
Retranzi tua maquiaggem invisível para repelir teu amor declarado em outros lados
Tão bem quisto entre tuas meretrizes dessa vida sórdida que tens
Peça mais gengibre, mais uma dose. Imigrará para Cognac
Éfebo infeliz, lágrimas teatrais...
Abraço-te sem que possa ver meu rosto
Idílio vergonhoso, vil, desaprumado.
Veja meu trastorno incrédulo de verdades e afeto.
Radiação de felicidade ignescente.
Tua voz por números d balcões, és Kamikaze da vida
Números para tua masmorra féerica
Que tu mintas e não me engane
Conspícuo, artista amador
Nefasto de mim.
Minta se puderes, construa a masmorra féerica
Destrua antes de saber o que desejou
Conjunturas de noites são esquecidas logo cedo.
Imaculado santarrão
Kyriu. Kyriu, Kyriu

Um comentário:

  1. ESTE VIÉS LITERARIOI SEU E DA BIA ESTOU SABENDO E CURTINDO AGORA...COM MUITO ATRASO...ADOREII TBM...E ME ESTIMULARAM A PUBLICAR MINHAS REMINESCENCIAS

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